quinta-feira, setembro 15, 2011

Sugestões para o fim-de-semana

Olá, já lá vai uns tempos que não colocava aqui, nada sobre as sugestões para o fim-de-semana.
Na altura que o fazia, pesquisava nos jornais gratuitos, agendas culturais, etc... neste momento como devem imaginar o tempo não é muito, mas deixo-vos algumas sugestões.

Lisboa:
- Uma visita à renovada Estufa Fria, estive lá ontem pela hora de almoço e aquilo é um verdadeiro deleite para a vista. Tudo muito bem arranjado, ainda se vê por lá trabalhadores a arranjar os jardins e ainda existem locais aos quais não temos acesso. Mas vale muito a pena a visita, mais a mais porque é gratuito até ao final de Setembro.

- Belém e os seus jardins, outro local de eleição, para levar os miúdos, levar o lanche e uma manta e aproveitar os últimos dias de verão.

- Feira Setecentista no Palácio de Queluz entre sexta e domingo, lá vão poder encontrar as antigas profissões que já quase não se vêem como o : Barbeiro, Alfaiate e o Ferreiro, entre outras
Vão poder ver entre outras coisas (e também participar) em jogos tradicionais e setecentistas

De um modo geral, aproveite para sair, aproveitar todos os raios de sol, todos os cantinhos escondidos que a sua cidade, vila possa esconder, muitas vezes temos mesmo à nossa frente coisas tão bonitas que desconhecemos...
E apesar de ainda ser quinta-feira, um bom-fim-de-semana!!!

Sandra C.

domingo, setembro 11, 2011

10 anos depois... um pesadelo sem fim à vista!

Image in http://www.techenet.com/


11 de Setembro... o dia em que o mundo parou e mudou. Por mais que se viva para a nossa vida, é impossivel que alguém não tenha parado um momento que seja e tenha sido tocado pelo horror daquelas imagens.

Ainda hoje, ao olhar para os aviões a chocar contra as torres eu pergunto-me se aquilo é real, ou se não estarei a ver um daqueles filmes de terror, em que existem máquinas capaz de manipular imagens e tudo não passou de um sonho. Infelizmente, a realidade é nua e crua, os jornais são invadidos dez anos depois com as mesmas imagens, outras declarações, umas já ouvidas antes, outras ouvem-se pela prmeira vez agora.

Os heróis de sempre, os heróis do nada, quantos foram aqueles que ficaram por entre o pó, por entre os destroços da humilhação da América. Quantos foram os incógnitos, de quem nunca falou, que nunca chegaram a aparecer, quantas seram as familias dilaceradas em nome de um Deus que tenho sérias dúvidas que tivesse querido uma mortandade destas...

Só a perversidade dos homens podem levar a cometer tais loucuras.

É triste, é feio, é horripilante, é um sem palavras para conseguir descrever o indescritível.

quinta-feira, agosto 04, 2011

O significado da "amizade"...

Hoje ao pesquisar neste blog pela palavra amizade encontrei alguns post's em que o tema é esse. No entanto nos últimos tempos questiono-me ou melhor questionamo-nos (eu e o Carlos) muito sobre o significado dessa palavra.
Eu que sempre fui muito mais expansiva, que mais facilmente consigo travar amizades, até eu já consigo colocar essa capacidade em causa e pensar sobre o que estará errado.
Existem coisas que não consigo perdoar e esquecer e uma dessas coisas é a as pessoas fingirem... fingirem que não sabem, fingirem que não vêem, simplesmente fingirem.
Não devem estar a entender nada do que estou a escrever, mas é mesmo assim.
Faz-me confusão que sempre que nos convidam para alguma coisa, nós dentro das nossas possibilidades façamos das "tripas coração" para estarmos lá, presentes. Sei que desde que casámos e principalmente que desde que o Vicente nasceu, talvez não estejamos tão disponíveis, mas dentro do que é possivel fazemos por continuar a manter os laços.
O que eu não consigo compreender é porque é que quando chega a altura das pessoas retribuírem, as pessoas nunca estão disponíveis... pior que isso ignoram-nos pura e simplesmente. E isso não aconteceu, não uma, não duas, mas várias vezes...
Provavelmente, somos tão intragáveis que nem um telefonema merecemos?
Não sei, não consigo arranjar uma explicação lógica e plausível.
Mas tudo bem... a questão é que a partir de agora, também provavelmente vamos deixar de estar tão disponíveis como até agora estivemos... Como se costuma dizer, temos pena!
E para terminar, um pensamento que não é meu, mas que reflecte o que aqui falo...

"‎Quem não te procura, não sente a tua falta. Quem não sente a tua falta, não te ama. O destino determina quem entra na tua vida, mas tu decides quem fica nela. A verdade dói só uma vez. A mentira cada vez que te lembras. Então, valoriza quem te valoriza e não trates como prioridade quem te trata como opção. "

Jokas para todos
Sandra C.

segunda-feira, julho 25, 2011

Com cheiros a férias...

Hoje de manhã ao acordar para mais um dia de trabalho, ainda semi-inerte num
sono VS cansaço de um fim-de-semana como sempre agitado, pelo meio das N coisas para
fazer, dei por mim a olhar para a rua a observar a manhã já nascida há algumas horas e a
pensar naquelas manhãs em que viajava para quase um mês de férias em Tomar.
Saímos sempre bem cedo de casa, pois nessa altura o verão era implacável e lá pelas 10/11h00
da manhã já o sol fazia-se sentir na nossa pele e no ar quase irrespirável do carro (sim, naquela
altura não havia ar condicionado), então ao chegar perto do aeroporto era o momento Shinne
do dia, o nascer do sol. Era verdadeiramente emocionante, começar a ver uns tímidos raios de
sol, até que o astro rei despontava em grande força.
A viagem normalmente era feita via Porto Alto, parávamos sempre por lá para comer, ou
então em Muge, comíamos sempre uma sandes de queijo enorme e um copo de leite frio e
seguíamos viagem. Passar por aquelas terras todas, olhar o Tejo na sua pequenez VS imensidão
era lindo.
Nessa viagem começava-se a projectar as aventuras desse verão de um modo geral quase
sempre igual ás aventuras do ano anterior, mas eram aventuras na mesma.
Ao chegar ao Carvalhal, um conjunto de cheiros invadia o meu nariz, o cheiro a campo, a
erva seca, a figos quase a cair de tão maduras, de amoras nas silvas a pedirem para serem
apanhadas, entre outras coisas.
As aventuras passavam sempre por andar uns bons 5 ou 6 Kms (será que não seria mais?) a
pé, por entre caminhos de pó e vinhas (lógico que este percurso não se fazia sem provar as
ditas uvas), até chegar à íngreme descida até que se chegava à calmaria das águas de um dos
braços do Castelo de Bode, o Rio da Chousa, como lhe chamávamos…
Ai pescávamos, apanhávamos lagostins e ás vezes cagados, beldruegas, nadávamos, apanhava
a areia preciosa (eu é que chamava assim por ser brilhante), tirávamos fotografias entre outras
coisas…
De volta a casa no fim do dia, era altura para comer algo rápido, normalmente uma sopa e
mais alguma coisa e íamos ao café na Serra, essa altura era sempre emocionante, pois víamos
os primos que já não se via à uns bons meses.
Quase todos os anos conseguia criar um pássaro caído do ninho e houve uma ano que essa
experiência foi com um cágado.
Mas nem tudo eram maravilhas, todos os dias temíamos que os incêndios entrassem pelos
terrenos dentro, quando isso acontecia, não se olhava a idades, se era homem ou mulher,
criança ou adulto, todos ajudavam
Por entre muitas outras recordações, recordo ainda as minhas escapadelas para a casa da
senhora que morava em frente a nós, adorava a casa dela, cheia de histórias, revistas antigas e
do forno onde cozíamos por vezes pão…
Recordo outras escapadelas pelo meio dos terrenos, com as ervas secas a arranharem-me as
pernas só para ir visitar outras senhoras, onde o terço era a sua companhia, o mundo delas era
aquele, a casa, o rádio, as imagens de Jesus e da sagrada família. Esse mundo privado abria as
portas para mim e eu sentia-me uma privilegiada por fazer parte dele por momentos.
Todos estes cheiros tão quentes, tão fortes e suaves ao mesmo tempo, estão guardados num
cantinho reservado no meu coração e sempre que sinto saudades de como eram os cheiros
dessas férias, consigo voltar a esses tempos como se fossem hoje e ser feliz com tão pouco.

sábado, julho 16, 2011

Lenços, écharpes e pascheminas, uma moda de ontem, hoje e amanhã...

Imagens retiradas do site http://blogs.orlandosentinel.com

http://www.lidorwyssocky.com


Olá, hoje venho aqui falar de lenços, écharpes e pashminas. Como fã e utilizadora destes acessórios, não de hoje, mas já há vários anos, não utilizo muito lenços, pois não sei muito bem como utilizá-los, mas as écharpes e pascheminas, são indispensáveis para mim.
Pelo que pesquisei, o uso destes acessórios começou com a Rainha Carlota Joaquina, quando a família Real foi para o Brasil. Isto aconteceu pois a Rainha, ou melhor os cabelos dela foram infestados de uma praga de piolhos, que fez com que chegasse a rapar o seu cabelo. O que era foi uma necessidade tornou-se numa moda, pois pouco tempo depois já portuguesas e espanholas usavam lenços bordados na cabeça. As Francesas também usavam lenços se bem que mais pequenos e amarrados ao pescoço.
Num passado mais recente (nos anos 70) o uso dos lenços tornou-se mais simbólica e uma forma de comunicar.
Existe uma panóplia considerável de modelos, lenços quadrados, de algodão, de seda, em Portugal são muito conhecidos os lenços dos namorados, típicos do Minho, em que a rapariga apaixonada borda no seu lenço mensagens para o seu amado. Posteriormente este mesmo lenço chega ás mãos do rapaz/homem amado e a resposta em como a rapariga era ou não correspondida, era o homem usar esse lenço em público.
Para além deste lenço tão conhecido em Portugal, outros modelos mais são conhecidos como o clássico da Hermes, também o lenço palestino ou Kaffyeh (espero estar a escrever correctamente), tão apreciado tantos por homens como por mulheres.
Existem figuras incontornáveis e que a maneira como usavam os lenços, ficaram para sempre, falo-vos por exemplo de Jacqueline Kennedy e também Grace Kelly os seus lenços tão característicos na cabeça
Nos dias que correm os lenços, écharpes são utilizados das mais variadas formas, entre as mais tradicionais, ou mais ousadas como por exemplo no cabelo ou a fazer de cinto.
Para mim é um acessório que uso e continuarei sempre a usar, mesmo em pleno verão raros são os dias em que saio de casa sem uma écharpe a acompanhar-me.
Quanto ás cores usadas, eu gosto de todas, mas aprecio muito as cores fortes, roxo, castanho, mescla de várias cores, dourado e também aprecio as cores mais suaves, mas em mim aprecio mais usar as cores fortes, por exemplo sobre uma t-shirt preta ou castanha funciona sempre bem.
Se tiverem curiosidade sobre o uso das cores espreitem este post http://bluestrass.blogspot.com/2006/09/moda-das-tnicas-e-lenos-indianos.html onde falo sobre isso.

Jokas a todos
Sandra C.

sexta-feira, junho 17, 2011

As voltas da vida...

As voltas da vida são mesmo assim, até à um mês atrás não conseguia concentrar-me a ler um livro e isto acontecia pelo menos à quase quatro anos, muitos foram os livros e que não consegui terminar, pois a cabeça andava demasiado ocupada, com mil e uma coisas ao mesmo tempo.
A vida mudou um bocadinho... passei a trabalhar mais longe de casa, voltei a andar de metro e então para evitar dormir, leio...
É bom voltar a sentir-me com vontade de ler, quem sabe a seguir vem de novo a vontade de escrever, tenho saudades de o fazer. Lembro-me que nessa altura, observava tudo o que me rodeava, as pessoas na rua, nos transportes, lia tudo o que conseguia, jornais gratuitos, revistas actuais e com alguns meses, ia buscar inspiração nas coisas mais inimagináveis... não acredito que o consiga fazer dessa mesma maneira, mas não custa nada tentar!
Se andam de transportes públicos, já pensaram na quantidade de pessoas passam ao vosso lado todos os dias, já tentaram fazer exercício , de tentar perceber que pessoa terão ao vosso lado, em que pensará ela, já tentaram captar os sinais dessa pessoa (isto claro sem dar a entender segundas intenções...).
Hoje por exemplo tive um exemplo disso mesmo, no metro vinha um rapaz nos bancos da frente que era a reencarnação do Bob Marley, fazia mesmo impressão olhar, pois o rapaz apesar de não ser negro, era igual a ele! O que passará na cabeça deste rapaz para criar este "boneco"? Será que o fez para se afirmar perante a sociedade?
No outro dia, dei por mim a olhar fixamente para uma miúda que se vestia não mal, mas péssimamente mal e questionei-me se os pais a deixavam sair de casa naqueles preparos, calções de ganga (ou umas calças sujas cortadas a fazer de calções e ainda mais uns belos rasgões), umas meias de renda cheias de buracos e uns ténis tipo All Stars, que tinham mais porcaria em cima...
Enfim um quadro digno de louvar aos Deuses. Aquilo fez-me lembrar algo tipo Madonna, nos anos 80, mas do mais rasca possível, o problema é que nos últimos tempos já não é a primeira que vejo assim. Aquilo é o quê, um movimento das meias rotas, uma afirmação... que pânico! Sei que não devia de fazer juízos de valores, mas fez-me confusão, pronto!!
Mas andar de transportes públicos tem destas coisas, consegues ver de tudo, bom, mau, medíocre e é meio caminho andado para deixares a imaginação voar, para dentro das cabeças dessas pessoas...

quarta-feira, junho 01, 2011

A fada das crianças de Fernando Pessoa




A fada das crianças



Do seu longínquo reino cor-de-rosa,



Voando pela noite silenciosa,



A fada das crianças vem, luzindo.



Papoulas a coroam, e, cobrindo



Seu corpo todo, a tornam misteriosa.



À criança que dorme chega leve,



E, pondo-lhe na fronte a mão de neve,



Os seus cabelos de ouro acaricia



E sonhos lindos, como ninguém teve,



A sentir a criança principia.



E todos os brinquedos se transformam



Em coisas vivas, e um cortejo formam:



Cavalos e soldados e bonecas,



Ursos e pretos, que vêm, vão e tornam,



E palhaços que tocam em rabecas…



E há figuras pequenas e engraçadas



Que brincam e dão saltos e passadas…



Mas vem o dia, e, leve e graciosa,



Pé ante pé, volta a melhor das fadas



Ao seu longínquo reino cor-de-rosa.



Fernando Pessoa

sexta-feira, maio 06, 2011

João Paulo II... a fé que chega aos corações

Faz este fim-de-semana oito dias em que o papa João Paulo II foi beatificado... vi a cerimónia, emocionei-me, tal como acontecia sempre que o ouvia falar.
O mesmo não acontece, quando oiço o actual papa... que me perdoem, mas não consigo sentir isso, aliás sinto uma distância tremenda, não me diz absolutamente nada.
João Paulo II tinha esse "dom", conseguir que o ouvíssemos, conseguia chegar ao nosso coração, com a sua sabedoria.
Nunca fui uma pessoa, muito ligada à igreja, rezo, quando acho que tenho que rezar, vou à missa quando tenho que ir, mas não o faço com assiduidade.
Mas falar em João Paulo II, é falar numa questão única, é falar no homem, na sua capacidade de passar mensagens directas ao coração.
Lembro-me de em pequena no dia de Natal, gostar de ouvir a missa, gostava de o ouvir...
Agora que é Santo, muitas vezes lhe hei-de rezar, para que me perdoe erros e para que me ajude a encontrar os caminhos certos, quando por vezes as nuvens cobrem as estradas correctas a seguir!

sexta-feira, março 11, 2011

Recordações...



"Espargos Selvagens" image in http://pt.dreamstime.com
"Lírios Roxos" image in http://comunidade.sol.pt

"Lírios Amarelos" image in http://portal.icnb.pt/

Olá! Com a chegada da Primavera (pelo menos nas árvores e canteiros), recordo-me sempre com muito carinho das incursões que fazia com os meus pais à serra (estes passeio em específico era feitos na zona do Sabugo, ao longo da linha do comboio) para apanhar espargos e lírios do campo. Era uma verdadeira odisseia, uma competição engraçada, porque era ver quem encontrava mais espargos e mais lírios. Eu os espargos não ligava muito (apesar de amar comê-los no fim da tarde com ovos mexidos e pedaçinhos de chouriço...) mas adorava encontrar lírios, roxos, brancos e os mais difíceis de encontrar os amarelos... existia um cantinho escondido, onde era quase sempre possível encontrar um ou dois.
Adorava chegar a casa e colocá-los nas várias jarras espalhadas pela casa, eram momentos muito especiais.
Nos dias de hoje, já não se pode andar nesse local, pois é uma propriedade privada (na altura também era, mas estava abandonada e ninguém queria saber).
Era bom caminhar pelo meio daquelas serras, apanhar com aquele friozinho na cara, respirar ar puro, olhar para o infinito dos campos verdes do outro lado da linha férrea. Era bom ouvir as ovelhas e o seu balido... poder sentar-me numa pedra e pensar em nada, apenas poder apreciar o mundo à nossa voltar.
Espero que o Vicente um dia possa vir a dar valor a estas pequenas coisas, que fazem tanto pela nossa vida!!

Jokas a todos!
Sandra C.

segunda-feira, março 07, 2011

Um dia como outros... mas diferente para nós!

Image in http://amarseaprendoamando.blogtok.com
Hoje é o tal dia da mulher! Como tantos outros dias pré-datados no calendário, para ver se o comércio não fica a ver navios (é a crise, como diz o outro...).
Em relação a este dia, este ano não vou fazer o típico poema/não poema, queria antes falar das mulheres que passam todos os dias na nossa vida, umas com vidas mais complicadas, outras com vidas assim assim, outras com vidas boas, mas principalmente de todas as mulheres que lutam para que mesmo com muitas adversidades e obstáculos que as tentam deter, fazem-se à vida com toda a força, toda a garra, que caracteriza muitas mulheres da nossa história.
Ainda hoje a conversar com uma colega de trabalho, sobre um assunto complicado, mas de mútuo interesse, ou esse assunto não fosse as tais adversidades que afectam a vida de uma pessoa por quem nutrimos afecto e dizia eu, que me apetecia ligar-lhe, para a confortar, para a animar, mas sabendo de antemão onde ia a conversa parar, não tenho coragem para o fazer, pois vou sempre ter a "tentação" de a chamar à razão, de lhe dizer que devia tomar uma atitude, de... enfim... mas quem sou eu para o fazer, quem sou eu para atirar a primeira pedra, quando na minha vida tenho de tudo o que é o mínimo de confortável, tenho amor, carinho, trabalho, enfim... tenho uma vida!
Daqui vai o meu carinho para todas as mulheres que por um motivo ou por outro tem a sua condição de mulher, mãe, trabalhadora, estudante em causa!
Vai também uma chamada à razão para todas as mulheres, para que consigam sair desse seu cantinho, dessa sua capa protectora, para que consigam olhar para a mulher ao lado, para que consigam mais que não seja esboçar um sorriso, quem sabe até estender uma mão, ou até dar um abraço, a alguma mulher que nesse dia precise dele. Porque o dia de amanhã, nós nunca sabemos qual vai ser... e quem sabe um dia não sejamos nós a precisar dessa palavra amiga, de quem nos "lamba as nossas feridas e lágrimas" e desse abraço apertado para acreditar que vamos conseguir ir em frente e caminhar por entre espinhos que teimam em encarnar em nós...

Um bom dia da mulher para todas nós e também para quem o vai gozar, um bom Carnaval!
Beijos a todas e sejam felizes!
Sandra C.